terça-feira, 6 de outubro de 2015



Propaganda e criança: lúdico ou lixo?

Quando li o texto Tudo, ao mesmo tempo, agora! A vida urgente das crianças contemporâneas de Mariângela Momo (UFRN) pude ver o quanto a mídia vem a muito tempo manipulando a imagem de crianças com produtos vendidos. uma das imagens que muito me checou, foi da data de 1904 onde uma criança esta segurando um revólver.



Conversando com algumas colegas na escola onde trabalho, EMEF João Antônio Satte, vimos o quanto a propaganda consegue tentar a criança com suas cores e suas imagens e a aproximam de uma realidade interessante e bonita fazendo-a desejar o que não possui e com isso, as imagens seduzem a criança fazendo-a acreditar que sua vida poderá ficar melhor se possuir determinado produto. 
Analisando a necessidade que os pais tem em deixar seus filhos em frente à televisão sabendo que seus filhos ficaram bem e que nada poderá prejudica-los. O que os pais não sabem é, que seus filhos são bombardeados constantemente com propagandas envolvendo violência, sexo e acesso a informações inadequadas a sua idade. Eles permitem que seus filhos fiquem mais tempo nessa situação, ver televisão, do que na hora  de estudo ou de lazer. Isso faz com que as  crianças não desfrutem  mais esses momentos onde possam usar sua criatividade para construir seus objetos de desejo como: , brincar na rua, confeccionar suas próprias bonecas, fazer suas “comidinhas” com terra e barro, outros.
        Mas a mídia não pode ser considerado como cruel ou perigosa para a saúde e desenvolvimento da criança ela também possibilita acesso a informações que as crianças poderiam não ter como obter se não fosse por esse veículo. É necessário separar e conhecer as possibilidades que a televisão tem de contribuir para a aprendizagem da criança. Cabe aos pais se envolver nessa formação e avaliar os programas que os filhos podem assistir  considerando seus valores e ideais e tentar auxiliar no desenvolvimento de  um cidadão crítico capaz de verificar se tal programa traz algo de valor para a sua vida, sendo a própria criança um agente de valores da própria educação.

            

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