No dia 10 de novembro foi realizada na sala de aula da turma A15
uma oficina sobre Material Dourado para os pais dos alunos. Nesse dia os
alunos foram mestres e seus pais alunos.
E outubro, quando o material dourado foi apresentado aos alunos, mas
antes pesquisei diversos materiais na internet sobre histórias que poderiam por
meio do lúdico ensinar aos alunos o conceito de dezena, pois o conceito de
unidade já estava trabalhando desde o inicio do ano.
O
processo de alfabetização em Matemática é tarefa das series iniciais quando o
aluno tem seus primeiros contatos com a Matemática escolarizada e deve ser um
processo essencial a alfabetização na língua natural, afinal, tanto uma, quanto
a outra são ferramentas fundamentais para a compreensão da realidade.
No
livro “Os sete saberes necessários à educação do futuro” de Edgar Morin, o
autor coloca que na busca de conhecimentos que possibilitam eliminar o risco do
erro, que se poderia considerar a repressão de manifestações de
afetividade, mas chega-se à conclusão de que a afetividade pode fortalecer o
conhecimento. Embora o desenvolvimento do conhecimento científico seja
necessário para detectar os erros e as ilusões, é de fundamental importância
reconhecer e eliminar as ilusões que advêm das teorias científicas. A educação
precisa ensinar, no processo ensino-aprendizagem, a condição humana com base na
razão, sem esquecer a afetividade, na emoção.
Fundamentada,
nesse autor coloco que encontrei, durante minha pesquisa na internet, uma
história muito prática e lúdica para explicar conceitos abstratos usando um
material concreto. A história era: “A árvore do conhecimento” disponível em: https://pt.slideshare.net/macaquinhos/casa-das-unidades-e-dezenas
Durante
os dias que anteciparam a oficina, os alunos trabalharam usando o material
dourado em quatro etapas:
1. Na
primeira etapa, os alunos foram divididos em dois grandes grupos. Cada grupo recebeu
material dourado e conversamos sobre o que cada uma das partes representava e
valia;
2. Na
segunda etapa, os alunos foram separados em grupos de quatro onde os alunos
deveriam usar o material dourado. Nesses pequenos grupos os alunos foram
incentivados a explicar para os outros componentes do grupo como usar o
material dourado e como fazer a representação;
3. Na
última etapa, os alunos em dupla e usando o material dourado representaram
vários números e contas de adição com transporte. Após essa etapa marcamos o
dia para os pais virem na sala e eles poderem explicar o que é e como usamos o
material dourado.
Chegou
o dia da Oficina do Material Dourado.
Faltaram
quatro pais, mas os alunos adotaram os pais de seus colegas que vieram em par.
Foi muito interessante observar as expressões dos pais na realização da oficina
e o mais importante os alunos sentiram-se muito a responsabilidade de ensinar
outra pessoa.
Referência:
MORIN, Edgar. As
cegueiras do conhecimento: o erro e a ilusão. In: Os Sete Saberes Necessários à
Educação do Futuro. 5 ed. São Paulo: Cortez; Brasília: DF; UNESCO, 2002, p.
18-27. Disponível em:











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