Ser iguais, mas diferentes. Como será isso na
prática?
Esse vídeo de 2012 apresenta uma realidade muito atual alias que não sai
da moda ou das pautas da sociedade exatamente por ser um tema que embora seja
muito discutido e trabalhado em todas as esferas da sociedade ainda acontecem
situações onde o ser diferente é visto como algo anormal. Algumas pessoas fazem
questão de tentar mostrar por gestos ou palavras que para elas não existem
diferenças, mas se observar de muito perto veremos que sua prática não é tão
especial.
Esse ano a turma A15[1] é composta por 22 alunos sendo desses 11
meninos e 11 meninas, dessas meninas uma aluna tem SD[2] e outra aluna tem PC[3]. A inclusão de alunos, com deficiência na escola é
sem dúvidas um grande desafio que envolve pais, alunos e todos os profissionais
de educação envolvidos no contexto do aluno.
Contudo outro ponto importante que trago
é a articulação entre os serviços existentes na escola, SOP, SIR e direção são importantes para darem suporte pedagógico e por que não emocional para os professores e famílias. O estudo sobre currículo
adaptado as necessidades do aluno de inclusão provoca algumas inquietações e
uma delas é o fato de não ter uma proposta baseada nas potencialidades e sim
nas dificuldades.
Muito algum tempo fiquei sumida desse
blog exatamente por precisar refletir e repensar meu fazer pedagógico.
Trabalho há muito tempo e nesses anos
sempre tive um ou até mais alunos que requeriam um olhar mais detalhado e até
mesmo especial em função das suas necessidades.
A inclusão de alunos
com NEE na escola é sem dúvidas um grande desafio que envolve pais, alunos e
todos os profissionais de educação envolvidos no contexto do aluno. A
legislação garante que as escolas aceitem qualquer aluno com NEE no ato da
matrícula. Os professores enfrentam questões completamente novas em sala de
aula, para atender às demandas específicas de um aluno com deficiência e ao
mesmo tempo dividir a atenção com o restante da turma.
Isso é perfeitamente
possível, desde que o professor seja orientado em sua tarefa pedagógica. As ações
pedagógicas devem ser cuidadosamente planejadas e as atividades ajustadas e
adaptadas para que atendam às necessidades específicas desses alunos. Logo, não
há uma regra específica, se deve falar para os demais alunos da sala de aula se
tem ou não um ou alguns alunos com deficiência. Cada situação é única.
Dependendo de como o grupo classe e o professor acolher estes alunos, haverá
uma estratégia diferente. O manejo precisa ser ponderado.
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