REVISANDO O BLOG Nº 03
Visitando meu blog no dia 30 de
dezembro de 2016, vi que a minha escrita referente ao Dia da Consciência Negra.
Este ano por estar trabalhando com a
EJA, abordei o assunto por meio de um vídeo de um gaúcho: Oliveira Silveira. Trabalhei
com a questão de escravo x cativo; a visão de que a Lei Áurea libertou os
escravos, mas os deixou preso a um sistema de dependência e de pouca valia que
continua até os dias atuais. Trouxe aos alunos a história das bonecas Abayoni realizando
oficinas no turno da noite e no turno da tarde.
Analisando o trabalho desenvolvido em 2016 e o trabalho deste ano pondero
que do Dia da Consciência Negra, é o momento é de refletir sobre o preconceito
e a desigualdade, em um país onde a população negra é maioria. Considero que o
trabalho desenvolvido em 2018 trouxe aos alunos outra visão referente ao
racismo e ao preconceito existente no Brasil que muitas pessoas consideram que
não existe. Durante os debates realizados em aula com os alunos, discutimos o
quanto esses dois tópicos são mascarados por subterfúgio que não evidenciam o
racismo e o preconceito.
A grande maioria, do povo brasileiro, é racista e preconceituoso sim!
Em 2003, a Lei Federal
nº 10.639 incluiu o Dia Nacional da Consciência Negra no calendário
escolar, e tornou obrigatório o ensino sobre história e cultura afro-brasileira
nas escolas de ensino fundamental e médio, públicas e particulares. O idealizador do Dia Nacional da Consciência
Negra foi o poeta, professor e pesquisador gaúcho Oliveira Silveira (1941 –
2009). Ele era um dos fundadores do Grupo Palmares, que reunia militantes e
pesquisadores da cultura negra brasileira, em Porto Alegre.
Mas as pessoas ainda precisam rever seus conceitos e a maneira como
trabalham esse assunto com seus alunos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário