terça-feira, 20 de novembro de 2018



                  REVISANDO O BLOG Nº 03

                Visitando meu blog no dia 30 de dezembro de 2016, vi que a minha escrita referente ao Dia da Consciência Negra.


            Este ano por estar trabalhando com a EJA, abordei o assunto por meio de um vídeo de um gaúcho: Oliveira Silveira. Trabalhei com a questão de escravo x cativo; a visão de que a Lei Áurea libertou os escravos, mas os deixou preso a um sistema de dependência e de pouca valia que continua até os dias atuais. Trouxe aos alunos a história das bonecas Abayoni realizando oficinas no turno da noite e no turno da tarde.


Analisando o trabalho desenvolvido em 2016 e o trabalho deste ano pondero que do Dia da Consciência Negra, é o momento é de refletir sobre o preconceito e a desigualdade, em um país onde a população negra é maioria. Considero que o trabalho desenvolvido em 2018 trouxe aos alunos outra visão referente ao racismo e ao preconceito existente no Brasil que muitas pessoas consideram que não existe. Durante os debates realizados em aula com os alunos, discutimos o quanto esses dois tópicos são mascarados por subterfúgio que não evidenciam o racismo e o preconceito.


A grande maioria, do povo brasileiro, é racista e preconceituoso sim!


Em 2003, a Lei Federal nº 10.639 incluiu o Dia Nacional da Consciência Negra no calendário escolar, e tornou obrigatório o ensino sobre história e cultura afro-brasileira nas escolas de ensino fundamental e médio, públicas e particulares. O  idealizador do Dia Nacional da Consciência Negra foi o poeta, professor e pesquisador gaúcho Oliveira Silveira (1941 – 2009). Ele era um dos fundadores do Grupo Palmares, que reunia militantes e pesquisadores da cultura negra brasileira, em Porto Alegre.


Mas as pessoas ainda precisam rever seus conceitos e a maneira como trabalham esse assunto com seus alunos.







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