“Desta maneira, o educador já não é o que apenas educa, mas o que, enquanto educa, é educado, em diálogo com o educando que, ao ser educado, também educa.” (Paulo Freire – Pedagogia do Oprimido).
Quando planejei essa aula onde os
alunos se tornariam educadores e seus pais educandos, não visualizei a dimensão
que essa simples proposta teria em relação aos alunos e seus pais. Mas o maior
impacto deu-se na escola onde várias colegas, inclusive a supervisão, gostaram
tanto que sugeriram de realizar no ano de 2018 com as turmas de A10 [1].
O
tempo passou e o ano de 2018 chegou e, surpreendentemente, o que teria surgido
como um desejo não posso deixar de citar que a supervisão do 1º ciclo do Ensino
Fundamental, não motivou que esse desafio de propor o curso para as turmas de
A10.
Esse
trabalho foi motivado no ano anterior em função de uma aluna que entrou na
turma no inicio de outubro e para que essa pudesse compreender como usar o
quadro posicional com sua nomenclatura. Voltando ao ano de 2018, como na turma
há uma aluna SD, considero que esse processo será muito significativo para os
alunos e seus pais.
O
que talvez mudasse na dinâmica dessa atividade seria trabalhar mais o processo
da passagem posicional do número. Os alunos diariamente já trabalham com o
quadro posicional, a frase matemática e a representação por meio do material
dourado com a quantidade de alunos (meninos/meninas) que estão presentes à
aula.
Nenhum comentário:
Postar um comentário