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segunda-feira, 26 de novembro de 2018

REVISITANDO O BLOG Nº 04 - https://mariangelamastalir.blogspot.com/2017/11/


 “Desta maneira, o educador já não é o que apenas educa, mas o que, enquanto educa, é educado, em diálogo com o educando que, ao ser educado, também educa.” (Paulo Freire – Pedagogia do Oprimido).


            Quando planejei essa aula onde os alunos se tornariam educadores e seus pais educandos, não visualizei a dimensão que essa simples proposta teria em relação aos alunos e seus pais. Mas o maior impacto deu-se na escola onde várias colegas, inclusive a supervisão, gostaram tanto que sugeriram de realizar no ano de 2018 com as turmas de A10 [1].
O tempo passou e o ano de 2018 chegou e, surpreendentemente, o que teria surgido como um desejo não posso deixar de citar que a supervisão do 1º ciclo do Ensino Fundamental, não motivou que esse desafio de propor o curso para as turmas de A10.  
Esse trabalho foi motivado no ano anterior em função de uma aluna que entrou na turma no inicio de outubro e para que essa pudesse compreender como usar o quadro posicional com sua nomenclatura. Voltando ao ano de 2018, como na turma há uma aluna SD, considero que esse processo será muito significativo para os alunos e seus pais.
O que talvez mudasse na dinâmica dessa atividade seria trabalhar mais o processo da passagem posicional do número. Os alunos diariamente já trabalham com o quadro posicional, a frase matemática e a representação por meio do material dourado com a quantidade de alunos (meninos/meninas) que estão presentes à aula.



[1] A10 – Nomenclatura usada para definir o primeiro ano do Ensino Fundamental.




sexta-feira, 21 de setembro de 2018

           
Ler em voz alta diante de todos os colegas pode parecer um pesadelo para muitos estudantes. O “telefone” é um instrumento que permite a captação individual da voz, a amplificação e o retorno desse som somente para quem o esteja utilizando. Trata-se de um fone que possibilita que o estudante ouça a própria voz com nitidez, mesmo quando fala baixinho, como o que acontece quando se fala algo com os dois ouvidos tampados. Segundo a professora, essa individualização possibilita que todos os estudantes participem de uma atividade de leitura oral ao mesmo tempo e que cada um escute somente a si mesmo, sem se incomodar com o colega ao lado. Isso auxilia também na concentração dos alunos.
Tem aproximadamente 10 cm e foi feito artesanalmente por materiais hidráulicos. Para cada objeto, foi usado um pedaço de cano e dois ‘joelhos’, que dá uma curvatura para a boca, captando a voz e para o ouvido, registrando o ruído. O formato é bem parecido com um telefone e que também tem funções semelhantes ao aparelho, como falar por um lado e escutar por outro, amplificando a voz. O aparelho artesanal faz com que o estudante possa ouvir a própria voz mais nítida sem interferência externa.
Mas a função do telefone sem fio além de auxiliar na leitura, minha aluna com SD[1]quando recebeu o telefone primeiro brincou e aos poucos fui introduzindo uma atividade onde deveria repetir o som das vogais. Após trabalhei com o som de palavras.
Segundo Silva (2002, p. 31):
A atividade de leitura se faz presente em todos os níveis educacionais das sociedades letradas. Tal presença sem dúvida marcante e abrangente começa no período de alfabetização, quando a criança passa a compreender o significado potencial de mensagens registradas através da escrita.







Referência:
SILVA, Ezequiel Theodoro da. O ato de ler. Fundamentos psicológicos para uma nova pedagogia da leitura. 9 ed. São Paulo: Cortez, 2002.





[1] SD – Síndrome de DoWn.

sábado, 1 de setembro de 2018







           No retorno das férias os alunos retornaram, na sua maioria, com um bom ritmo de leitura.  Nos momentos de leitura individual observava que alguns alunos paravam de ler para prestar atenção na leitura de seu colega.
          Pesquisando na internet encontrei um telefone que poderia auxiliar os alunos no momento de leitura individual ou no coletivo. O “telefone” é um instrumento que permite a compreensão individual da voz do aluno, a amplificação e o retorno desse som somente para quem o esteja utilizando. Trata-se de um fone que possibilita que o aluno ouça a sua própria voz com nitidez, mesmo quando fala baixinho. Considero que essa individualização possibilita que todos os alunos participem de uma atividade de leitura oral ao mesmo tempo e que cada um escute somente a si mesmo, sem se incomodar com o colega ao lado. Isso auxilia também na concentração dos alunos.


                    
                     



       

                Nessas imagens pode-se ver  que há mais concentração dos alunos durante a leitura.
                

sexta-feira, 22 de junho de 2018


TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA


“Para aprender é preciso mexer, é preciso agir, pensar sobre, tentar fazer diferente, estabelecer relações, discutir com outras pessoas que utilizam essa tecnologia, é preciso tentar criar algo e buscar em diferentes tecnologias elementos que ajudem você a concretizar o seu objetivo.” (O trabalho do o professor e o mundo da escola novas tecnologias, pág. 41 da revista Digital)


        O aluno sempre está disponível para usar as tecnologias que estão a sua disposição.
        Na turma na qual trabalho, primeiro ano do Ensino Fundamental, os alunos estão em processo de alfabetização, mas na questão das tecnologias eles estão muito mais alfabetizados do que seus pais. A tecnologia promove aproximação do que se deseja ao que se deve ter.
        Alguns autores consideram que a criança é “nativa”, enquanto nós, adultos, somos “imigrantes”, ou seja, elas compreendem e tem mais facilidade para adquirirem novos conhecimentos e de acompanharem as tecnologias que forem sendo criadas.
       Minha aluna com SD[1] no dia que levei o meu tablete para a sala de aula e, apresentei aos alunos que nele teriam vários jogos que poderiam usar que auxiliariam sua aprendizagem, desejou usá-lo e foi optou pelo jogo das letras.


          A tecnologia e aprendizagem andam juntas, pois, uma completa a outra e a tecnologia traz novidades que fortaleceram a aprendizagem.




[1] SD – Síndrome de Down.



Referência:

O trabalho do o professor e o mundo da escola novas tecnologias, pág. 41 da revista Digital. Disponível em: