(...)
Brincadeira de criança
Como é bom, como é bom.
Guardo ainda na lembrança
Como é bom, como é bom.
Paz, amor e esperança.
Como
é bom, como é bom.
Brincadeira de criança,
Como é bom! (...)
(Música do Grupo Molejo)
Hoje
quando fui colocar a tarefa 01 da disciplina Desenvolvimento e Aprendizagem sob
o enfoque da psicologia, vi que tenho uma nova tarefa da disciplina
Escolarização, Espaço e Tempo na Perspectiva Histórica. Esta tarefa vai ser
interessante por que devo fazer um vídeo de no máximo três minutos onde coloco
o que me levou a escolher ser professora, mas o que me lembro daquela época é do...
PRIMEIRO EMPREGO A
GENTE NUNCA ESQUECE
Meu
primeiro emprego foi em uma creche particular sem carteira assinada e ganhando
metade do salário mínimo. Eu estava no colégio quando fiquei sabendo que havia
uma creche na Cristóvão Colombo que precisava de uma atendente de creche. Fui
até esta creche e após conversar com a proprietária. Deu certo fui contratada.
Tinha que recorrer de toda minha criatividade. E
quanta criatividade! Recordo-me que cantava muito, inventava brincadeiras e
atividades com os materiais disponíveis e como eram interessantes todas as
novidades tinham um peso muito grande, pois podia colocar em prática o que
aprendia no curso normal com o dia a dia da creche.
Vou
parando por aqui por que devo agora rever o filme da minha vida e lembrar o que
me levou a ser professora.
Olá Mariangela! Conheço histórias parecidas. Por acaso, não eram as Creches da LBA? Por volta de 1987? Lembro desse projeto. Meninas do magistério trabalhando com muito gosto. O primeiro emprego realmente a gente nunca esquece. Nem o primeiro salário. Lembro direitinho o que comprei com meu primeiro salário. E o tempo voaaaaa. O mais gostoso de tudo isso é que continuamos gostando de ser professoras. O tempo passou e eu ainda me mobilizo para ensinar. Me desafio com quem desejo ensinar e não “alcanço”. Penso muitas outras formas de ensinar para que o outro compreenda. Isso me motiva. Obrigada por teu post, ele nos coloca em movimento mental, relembrando nossas histórias. Não é verdade? Quem quiser comentar que fique a vontade. Estamos aqui para compartilhar. Abraço, Betynha e Jacque. (Tutoras do Seminário Integrador – Turma D).
ResponderExcluir