sexta-feira, 3 de maio de 2019

Comentário da postagem do dia sexta-feira, 2 de junho de 2017.

GESTÃO DEMOCRATICA


             Administrar escolas não é uma tarefa fácil, e dentro das concepções do autoritarismo, encontra-se então, traumas antigos em que a sociedade se mostra ainda fragilizada, com medo, sem liberdade de se expressar e covardemente cedendo lugar às ideologias, por isso, o controle, o poder aprisionado nas mãos de diretores e superiores ainda é prática constante. É necessário que o gestor garanta a participação das comunidades interna e externa, a fim de que assumam o papel de corresponsáveis na construção de um projeto pedagógico que vise ensino de qualidade para os sujeitos envolvidos nela, assumindo, primeiramente, sua condição de professor-educador, e destacando sua posição com clareza e com domínio dos requisitos que vão lhe possibilitar atuar a partir de critérios pedagógicos.
            Nos aspectos legais, pode-se perceber que no artigo 206 da Constituição Federal Brasileira é determinado, por imposição legal, a gestão democrática, que tem como finalidade a construção de um ambiente democrático e participativo no ambiente escolar.
           A gestão participativa requer o gerenciamento da participação de todos os envolvidos no processo educacional, focando a atuação do gestor como agente de criação desse ambiente. O entendimento do conceito de gestão já pressupõe, em si, a ideia de participação, isto é, do trabalho associado de pessoas analisando situações, decidindo sobre seu acompanhamento e agindo sobre elas em conjunto. Isso porque o êxito de uma organização depende da ação construtiva conjunta de seus componentes, pelo trabalho associado, mediante reciprocidade que cria um “todo” orientado por uma vontade coletiva.
          Hoje vista como uma ação de caráter coletivo, o trabalho escolar é realizado a partir da participação e integração de todos os membros da comunidade escolar, tanto direta ou indiretamente, reconhecendo e assumindo responsabilidades na construção e efetivação dos objetivos propostos na organização escolar e pelo todo da instituição.


(...) é importante que a participação seja entendida como um processo dinâmico e interativo que vai muito além da tomada de decisão, uma vez que caracterizado pelo inter  apoio na convivência do cotidiano da gestão educacional, na busca, por seus agentes de superação de suas dificuldades e limitações. (Luck, 1996, p.31).

             A participação de todos nos diferentes níveis de decisão e nas sucessivas faces de atividades é essencial para assegurar o eficiente desempenho da organização.
             A gestão escolar, enquanto gestão participativa se entende como um processo de tomada de decisão conjunta, possibilitando a articulação entre os diversos segmentos da comunidade escolar, sendo fundamental para sustentar a ação da escola.


“o conceito de gestão participativa (...), parte do pressuposto de que o êxito de uma organização social depende da mobilização da ação construtiva conjunta de seus componentes, pelo trabalho associado, mediante um “todo” orientado por uma vontade coletiva” (Luck,1996, p.23).


Faz-se necessário estar a par de toda a realidade escolar para que possamos crescer profissionalmente e pessoalmente sempre trazendo uma proposta que é de valor e responsabilidade coletiva: a Gestão Democrática no Ensino.


REFERÊNCIA:

LUCK, Heloisa. A Gestão Participativa na Escola. Petrópolis: Vozes, 2006
PARO, Vitor Henrique. Gestão Democrática da escola pública. SP: Ática, 2006.
LIBÃNEO, J. C. Organização e gestão da escola: teoria e prática. Goiânia: Alternativa, 2001.


sexta-feira, 19 de abril de 2019


Comentário sobre  postagem do dia sexta-feira, 14 de abril de 2017


A reunião de pais é um importante instrumento de aproximação entre a família do aluno e a escola, e é fundamental para que os pais se aprimorem como educadores dos filhos e compartilhem com os professores e outros pais, as dificuldades, desafios e soluções da educação. As escolas brasileiras realizam reuniões em determinados períodos do ano para conversar com os pais sobre o desenvolvimento, comportamento e participação em dos alunos em sala de aula.
A LDB (Lei de Diretrizes e Bases-Lei 9.39496) deixa clara a importância da participação dos pais no ambiente escolar. “A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana…”.
A família como primeira instituição social formadora da criança, também é responsável por promover o convívio social, o qual deve ter início no ambiente familiar. É necessário que família e escola caminhem juntas, com interação mútua, buscando se adaptar às mudanças necessárias, para uma eficácia na educação e no aprendizado.
O objetivo das reuniões é compartilhar interesses e missões tendo em vista os benefícios para o aluno. Além disso, auxilia os professores a compreender a realidade em que vive o aluno, para evitar julgamentos precipitados e com isso, gerar uma empatia educativa.
Além de os pais recebem orientações e esclarecem dúvidas, é firmada uma relação de confiança e cooperação com os professores. A escola deve abrir espaço para solucionar e buscar alternativas para uma melhoria na realidade escolar, e uma condução positiva dos possíveis problemas.
A reunião precisa se tornar um espaço de convívio entre os diferentes educadores como algo harmonioso, onde são tratados assuntos comuns a todos. A troca de informações é essencial para elaborar de forma conjunta uma solução aos maiores problemas escolar. Quando unidas e dispostas a oferecer o melhor aos alunos, família e escola podem promover mudanças significativas.

 "As reuniões devem ser momentos de integração em que os pais tenham oportunidade de conhecer sobre o que as crianças fazem e aprendem e em que os educadores respondam às dúvidas deles, criando um clima de debate e crescimento", afirma Sonia Kramer, professora da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), no livro Com a Pré-Escola nas Mãos: Uma Alternativa Curricular para a Educação Infantil (110 págs., Ed. Ática, tel. 11/4003-3061, edição esgotada). 


Referência:
TIBA, I. Disciplina na medida certa. Novos paradigmas. São Paulo: Integrare. 2002 .17 p.


sexta-feira, 12 de abril de 2019


Comentário sobre a postagem de sexta-feira, 22 de junho de 2018.

TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA


“Para aprender é preciso mexer, é preciso agir, pensar sobre, tentar fazer diferente, estabelecer relações, discutir com outras pessoas que utilizam essa tecnologia, é preciso tentar criar algo e buscar em diferentes tecnologias elementos que ajudem você a concretizar o seu objetivo.” (O trabalho do o professor e o mundo da escola novas tecnologias, pág. 41 da revista Digital)

          O aluno sempre está disponível para usar as tecnologias que estão a sua disposição. Ele muitas vezes tornasse o mestre ao ensinar maneiras diferentes de manusear as tecnologias em sala.
             Este ano tenho um aluno com Espectro Autista que já está alfabetizado, mas que no aspecto social ainda necessita aprender a jogar junto com outro colega e a dividir o objeto de jogo.
          Alguns autores consideram que a criança é “nativa”, enquanto nós, adultos, somos “imigrantes”, ou seja, elas compreendem e tem mais facilidade para adquirirem novos conhecimentos e de acompanharem as tecnologias que forem sendo criadas.
Num mundo cada vez mais marcado pela tecnologia, é fácil encontrar crianças que ainda não sabem nem amarrar os sapatos navegando na internet e usando smartphones ou tablets. Mas será que essa inserção tão precoce no mundo da tecnologia é benéfica para os pequenos?
Assim como todo o corpo da criança, o cérebro infantil também está em constante desenvolvimento. Novas conexões são formadas a cada instante, e o modo como essa construção se dá é fundamental para o resto da vida de um ser humano.
Sem substituir outras relações, como o contato pessoal e o afeto, jogos e outras atividades interativas são excelentes estimulantes para os pequenos cérebros em desenvolvimento.
Ao ampliar as potencialidades do cérebro com mais rapidez, devido aos estímulos fortes e constantes, a criança desenvolve uma mente mais aberta e apta a aprender com facilidade sobre diversos assuntos e de diferentes formas. É um crescimento proporcional: quanto mais se aprende, mais facilidade e interesse se têm pelo aprendizado.
          A tecnologia e aprendizagem andam juntas, pois, uma completa a outra e a tecnologia traz novidades que fortaleceram a aprendizagem.


sexta-feira, 5 de abril de 2019


Comentando sobre a postagem de sexta-feira, 20 de abril de 2018

Alfabetização e Empowerment Político
Ao pensarmos e analisarmos o termo Empowerment, consideramos que ele parte da ideia de dar às pessoas o poder, a liberdade e a informação que lhes permitam tomar decisões e participar ativamente da organização social.
No texto "Alfabetização e a Pedagogia do Empowerment Político", de Henry Giroux, traz à ideia de que a alfabetização e a ampliação de conhecimento, dos valores e as práticas sociais, devesse ser prioridade na luta por uma sociedade democrática.
Durante a escrita do meu TCC, cito essa expressão do Empowerment.
Paulo Freire (1963) pontuada a cultura em sua proposta político-pedagógica como o processo que, ao dialogar com a realidade, completa na elaboração da identidade do sujeito e ao seu sentimento de pertencimento. Essa dialética entre realidade e cultura promove o conhecimento, tornando-o significativo entre educandos e educadores. Para Freire esse torna a cultura um instrumento de libertação.
Outro aspecto levantado por Freire (1967) em um dos comentários é que “Quanto mais me torno capaz de me afirmar como sujeito (...)”, está explanando que precisamos nos auto afirmar partindo do que nos é conhecido, como a cultura, para poder identificar-se como um ser responsável pelo seu conhecimento. Ainda nessa linha de pensamento, para esse autor, quando ocorre uma padronização, sendo de ideias ou de outro tópico, perdemos nossa liberdade que sustenta a descoberta do sujeito como um ser único.
Com isso, ao almejar por uma prática educativa democrática, Freire enfatiza que todo sujeito tem direito qualidade de vida independente do seu contexto sociocultural, o sensibilize com dificuldades e problemas que surgem em sua vida para poder ajudar as pessoas que o cercava. Esse sentimento de comprometimento com a necessidade e direito do outro, foram fatores decisivos para sua formação intelectual. Freire buscou adaptar-se com a cultura e as particularidades dos costumes, crenças e expressões populares próprias dos outros locais em que viveu, principalmente durante o exílio, relacionando-os com os da sua terra natal.
Além disso, a escola e o educador devem assumir uma grande responsabilidade no intuito de que os alunos consigam compreender a dimensão mais profunda do processo de aprendizagem. A intervenção deve acontecer no ato consciente do processo de ensino-aprendizagem, momento em que o educador crítico questiona os alunos para que eles percebam a dimensão das coerções sociais que estabelecem as assimetrias entre os sujeitos que detêm ou não o poder. Assim, os alunos assumem uma postura crítica quando entendem como e o que constitui uma consciência do mundo, já que a leitura do mundo precede a leitura da palavra. Isso porque a consciência do mundo se constitui na relação


Fonte de referência:

GIROUX, Henry.Alfabetização e a Pedagoia do Empowremente Político. In: FREIRE, Paulo e MACEDO, Donaldo. Alfabetização:Leitura da palavra, leitura do mundo.


sexta-feira, 29 de março de 2019


Revisitando a postagem de sexta-feira, 30 de março de 2018


APRENDENDO COM AS DIFERENÇAS EM SALA DE AULA


Para que a escola seja de fato, inclusiva é essencial que ocorram mudanças em suas estruturas físicas, material e de pessoal, em seu projeto político-pedagógico (PPP) e em sua gestão administrativa. O paradigma da inclusão pressupõe uma escola democrática, que respeita o tempo do estudante, que coloca a aprendizagem no centro e que estimula o trabalho colaborativo e participativo. No entanto, que tipo de formação atenderia ao apelo dos professores que se sentem despreparados e desamparados no atendimento dos educandos com deficiência? Quais os saberes necessários para educar a todos? Quais as diretrizes para a formação inicial e a formação continuada na perspectiva da educação inclusiva?
Diversidade é o conjunto de diferenças e semelhanças que nos caracterizam, não apenas as diferenças. Diversos não são os outros que estão em situação de vulnerabilidade, desvantagem ou exclusão. Essa maneira de encarar a diversidade como uma característica de todos nós, e não de alguns de nós, faz toda a diferença quando trabalhamos o tema. Não se trata de incluir os que ficaram do lado de fora porque eles são os diversos. Eles ficaram do lado de fora porque estamos cometendo injustiças, e não porque eles são “desajustados” e os incluídos são os perfeitos.
Como se preparar para a inclusão senão incluindo? Todos devem se  preparar, evidentemente, mas a “perfeição” não pode ser desculpa para não incluir, porque jamais seremos “perfeitos” sem a participação do outro que está do lado de fora. Assim, há muitas formas de discriminar e deixar as coisas como estão. Uma delas é pedir para os excluídos aguardarem na exclusão enquanto buscamos a perfeição dentro de nossas instituições.
Na postagem acima citada, trago minha experiência com uma aluna com Síndrome de Down. Essa aluna saiu em janeiro da escola e foi matriculada em uma escola especial. Considero que todo o trabalho desenvolvido ano passado não valorizado pela família.
Onde foi colocado o respeito à diferença de aprendizagem da aluna?




terça-feira, 11 de dezembro de 2018


REVISITANDO O BLOG Nº 10

                Olhando o blog no dia 25 de dezembro de 2016 na postagem, https://mariangelamastalir.blogspot.com/2016/12/pertencimento-ao-espaco-escolar.html,  vi e li  que na época escrevia sobre o pertencimento ao espaço escolar.

Pertencer, no sentido de identificar-se com um lugar ou um espaço, conhecer suas raízes, pode conduzir em direção à liberdade, autonomia, emancipação, a um sentido ontológico frente à vida, ao entorno, às pessoas. Nesta perspectiva, a construção do sentimento de pertencimento baseia-se no princípio da responsabilidade (COUSIN, 2010).

             Esse pensamento sobre pertencimento expõe o quanto uma pessoa, que  se sente pertencente a um local ou comunidade, sente que faz parte daquele espaço e consequentemente se identifica com ele, assim vai querer o bem, vai cuidar, pois aquele ambiente faz parte da vida dela, é como se fosse uma continuação dela própria.
            No blog coloquei o quanto a escola deve ser pensada e planejada para os professores, alunos e comunidade tanto no sentido estético como no sentido cognitivo. Uma escola onde as pessoas não se sintam acariciadas e nem a vontade não trabalha o ato de pertencimento. Essa escola deve ser vista como um espaço importante para o crescimento do individuo em toda a sua essência. Talvez nem todos vão perceber o quanto eles marcam ou foram marcados pela escola, mas aqueles que puderem perceber, sempre irão sentir que esse espaço pertence a eles e que faz parte da sua história de vida.
O sentimento de pertencimento nas pessoas é algo que se encontra inerente a elas, mas que, no decorrer do tempo cada vez mais está sendo esquecido. Indaga-se o porquê de, a cada dia que se passa, esses sentimentos estarem sendo deixados de lado, e se tem sido feito algo para resgatá-los, já que eles são importantes, pois envolvem valores e atitudes das pessoas.
Na prática, quando o individuo se apropria do espaço e sente que a ele pertence observasse que há um cuidado com o patrimônio  e com a integridade física das pessoas que ocupam esse espaço.
Na minha escola com a mudança do espaço da biblioteca e com abertura do uso por parte do aluno viu-se que tudo que é exposto referente a biblioteca tornou-se respeitado pela comunidade. Os alunos agora fazem questão de ir a biblioteca e retirar livros por que eles podem sentar nas poltronas e ler o livro antes de escolher leva-lo para casa. O numero de livros retirados e doados para a biblioteca aumentou em torno de 50%.
Isso é ter o sentimento de pertencer a um lugar.


Referência:

COUSIN, Cláudia da Silva. Pertencimento Ambiental. In: Pertencer ao navegar, agir e narrar: a formação de educadores ambientais. Rio Grande: Universidade Federal do Rio Grande, FURG, 2010. Tese de doutorado. Disponível em: http://repositorio.furg.br/handle/1/2842  


quinta-feira, 6 de dezembro de 2018


REVISITANDO O BLOG Nº 09

  Olhando o blog encontrei no dia 28 de dezembro de 2016, https://mariangelamastalir.blogspot.com/2016/12/adote-um-escritor-este-ano-emef-joao.html , uma postagem referente ao Projeto Adote um Escritor.
            Esse projeto foi criado com o objetivo de levar o escritor às escolas promovendo um encontro com os alunos considerando que muitos não têm acesso a esse mundo. Esse projeto oportunizou um aumento de qualidade no acervo das bibliotecas das escolas municipais, pois além da presença do escritor a escola recebe uma verba para aquisição de livros do autor e outros que a escola necessita.
            No site da Prefeitura Municipal De Porto Alegre podemos ver que no dia 03/11/2016, ocorreu uma cerimônia de celebração dos 15 anos do Programa de Leitura Adote um Escritor, no Auditório Romildo Bolzan, no Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul. Fruto de parceria entre a Secretaria Municipal de Educação (SMED) e a Câmara Rio-Grandense do Livro, programa integra as políticas públicas de incentivo à leitura, desenvolvidas pela Prefeitura de Porto Alegre, colaborando, ainda, para a qualificação do acervo das bibliotecas escolares. 
            Mas desde o ano de 2017, as escolas e os alunos passam por um sentimento de opressão quando aproximasse do período reservado ao projeto.  No ano de 2017 ocorreu uma fala por parte da PMPA que nesse ano não haveria verba para o desenvolver do projeto, justamente um após ser comemorado seus 15 anos de efetivo sucesso entre as comunidades.
            Como Paulo Freire (1989) coloca “A leitura do mundo precede a leitura da palavra”, que leitura de mundo os alunos da rede municipal de Porto Alegre estão fazendo desde 2017 a respeito do ato de ler e o ato de adquirir livros?
Se um dos objetivos do projeto era a formação de leitores, atualmente o sinal que enviamos, não por nossa vontade, é que ler um livro físico e conhecer o seu autor não é mais essencial.
         Este ano conseguimos levar à escola a escritora Wanda Queiroz, mas por iniciativa da biblioteca e o apoio da direção. Essa maravilhosa escritora veio até a escola passou o dia todo atendeu oito turmas desde A10[1] até B30[2], no turno da manhã, inclusive conversando com os adolescentes sobre como se desenvolveu o ato de ser escritora na sua vida e o quanto ela teve que trabalhar para produzir e fazer ser conhecido o seu livro “O menino Dinossauro”. Nunca havia visto adolescentes ficarem sentados por uma hora todos inebriados com a fala da Wanda Queiroz.
        Mas, voltado ao Adote, este ano o escritor virá à escola no dia 17/12 no turno da tarde. Em relação à verba, a PMPA ainda colocou a disposição das escolas uma quantia para aquisição dos livros do escritor e de outros conforme a demanda for sendo necessária.
          A biblioteca consultou e muito os alunos para que eles pudessem verbalizar que estilo de livros eles gostariam que fossem adquiridos. Durante quinze dias os alunos iam a biblioteca retirar livros e ao mesmo tempo sugerir livros para a compra.
      O que coloco é que ainda podemos disser que o Projeto Adote um Escritor ainda está acontecendo em Porto Alegre, mas cada vez mais com algumas alterações, porém se o aluno ainda for contemplado par conhecer um escritor e puder ter em suas mãos um livro para cheirar e poder disser: “Fui o primeiro a retirar o livro” ou então “Legal compraram o livro que sugeri”. Isso não tem preço!

Referência:
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. São Paulo: Autores Associados, 1989.




[1] A10 – Primeiro ano do Ensino Fundamental.
[2] B30 – Sexto ano do ensino Fundamental.