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quinta-feira, 6 de dezembro de 2018


REVISITANDO O BLOG Nº 09

  Olhando o blog encontrei no dia 28 de dezembro de 2016, https://mariangelamastalir.blogspot.com/2016/12/adote-um-escritor-este-ano-emef-joao.html , uma postagem referente ao Projeto Adote um Escritor.
            Esse projeto foi criado com o objetivo de levar o escritor às escolas promovendo um encontro com os alunos considerando que muitos não têm acesso a esse mundo. Esse projeto oportunizou um aumento de qualidade no acervo das bibliotecas das escolas municipais, pois além da presença do escritor a escola recebe uma verba para aquisição de livros do autor e outros que a escola necessita.
            No site da Prefeitura Municipal De Porto Alegre podemos ver que no dia 03/11/2016, ocorreu uma cerimônia de celebração dos 15 anos do Programa de Leitura Adote um Escritor, no Auditório Romildo Bolzan, no Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul. Fruto de parceria entre a Secretaria Municipal de Educação (SMED) e a Câmara Rio-Grandense do Livro, programa integra as políticas públicas de incentivo à leitura, desenvolvidas pela Prefeitura de Porto Alegre, colaborando, ainda, para a qualificação do acervo das bibliotecas escolares. 
            Mas desde o ano de 2017, as escolas e os alunos passam por um sentimento de opressão quando aproximasse do período reservado ao projeto.  No ano de 2017 ocorreu uma fala por parte da PMPA que nesse ano não haveria verba para o desenvolver do projeto, justamente um após ser comemorado seus 15 anos de efetivo sucesso entre as comunidades.
            Como Paulo Freire (1989) coloca “A leitura do mundo precede a leitura da palavra”, que leitura de mundo os alunos da rede municipal de Porto Alegre estão fazendo desde 2017 a respeito do ato de ler e o ato de adquirir livros?
Se um dos objetivos do projeto era a formação de leitores, atualmente o sinal que enviamos, não por nossa vontade, é que ler um livro físico e conhecer o seu autor não é mais essencial.
         Este ano conseguimos levar à escola a escritora Wanda Queiroz, mas por iniciativa da biblioteca e o apoio da direção. Essa maravilhosa escritora veio até a escola passou o dia todo atendeu oito turmas desde A10[1] até B30[2], no turno da manhã, inclusive conversando com os adolescentes sobre como se desenvolveu o ato de ser escritora na sua vida e o quanto ela teve que trabalhar para produzir e fazer ser conhecido o seu livro “O menino Dinossauro”. Nunca havia visto adolescentes ficarem sentados por uma hora todos inebriados com a fala da Wanda Queiroz.
        Mas, voltado ao Adote, este ano o escritor virá à escola no dia 17/12 no turno da tarde. Em relação à verba, a PMPA ainda colocou a disposição das escolas uma quantia para aquisição dos livros do escritor e de outros conforme a demanda for sendo necessária.
          A biblioteca consultou e muito os alunos para que eles pudessem verbalizar que estilo de livros eles gostariam que fossem adquiridos. Durante quinze dias os alunos iam a biblioteca retirar livros e ao mesmo tempo sugerir livros para a compra.
      O que coloco é que ainda podemos disser que o Projeto Adote um Escritor ainda está acontecendo em Porto Alegre, mas cada vez mais com algumas alterações, porém se o aluno ainda for contemplado par conhecer um escritor e puder ter em suas mãos um livro para cheirar e poder disser: “Fui o primeiro a retirar o livro” ou então “Legal compraram o livro que sugeri”. Isso não tem preço!

Referência:
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. São Paulo: Autores Associados, 1989.




[1] A10 – Primeiro ano do Ensino Fundamental.
[2] B30 – Sexto ano do ensino Fundamental.

sexta-feira, 2 de novembro de 2018


REVISITANDO O BLOG Nº 05

    Revisando o blog em 2017, encontrei a postagem do dia 19/08/2017 https://mariangelamastalir.blogspot.com/2017/08/encontro-com-escritora-wanda-queiroz-no.html  ,  onde relatei o encontro que tive com a escritora Wanda Queiroz que escreveu o livro O menino dinossauro.. Fiquei refletindo o quanto tentei promover o encontro da escritora com os alunos da A15 desse ano e a dificuldade que enfrentei com a direção da escola, colegas e principalmente com a agenda da escritora.
            No ano de 2018, quando assumi a biblioteca no turno da manhã em função da aposentadoria de uma colega e a licença prolongada de outra colega. Ao assumir a biblioteca pela manhã e a colega que assumiu a biblioteca pela tarde, conversamos com a direção que gostaríamos de remodelar o espaço, pois consideramos que ele não era  atraente pelo olhar das crianças e dos adolescentes.
            Porém o que mais incentivou a mudança no espaço da biblioteca foi à frase do aluno Luiz da turma A32 falou: “Essa biblioteca é morta! Ela não tem vida.” A frase do aluno descreveu a biblioteca e o quanto ela estava desgastada na sua estrutura antiga.
Assim com esse novo olhar da biblioteca, consegui com incentivo da direção trazer a escritora para passar o dia na escola onde ela interagiu com os alunos de A10 até B30. Sendo que nessa última turma, os alunos tiveram uma conversa sobre o ato de escrever e como a escritora descobriu que gostava de escrever.
Magda Soares (1999, p. 20) coloca,
“(...) Já o estado ou condição de quem sabe ler e escrever, isto é, o estado ou condição de quem responde adequadamente às intensas demandas sociais pelo uso amplo e diferenciado da leitura e da escrita, esse fenômeno só recentemente se configurou como uma realidade em nosso contexto social (...)”.

            Foi prazeroso ver os alunos de B30 (entre 13 e 15 anos) ouvindo com muita atenção a fala da escritora. Durante 1h30min. Os alunos, em torno  de 120 alunos, sentados em colchonetes, em cadeiras e em bancos fizeram um extremo silêncio e quando a escritora contou a história do Menino Dinossauro e no final entregou um dinossauro de EVA para cada um dos presente, foi impressionante a expressão de felicidade no rosto dos alunos. Um menino pediu para tirar uma foto com a escritora e na hora a acionou no seu face.


Referência:
 SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. São Paulo: Autêntica 1999.p. 20.

sexta-feira, 8 de junho de 2018


RELATO DE EXPERIÊNCIAS SOBRE LINGUAGEM

Mariângela Mastalir

            Atualmente trabalho como professora alfabetizadora na turma A15[1], com 22 alunos, na EMEF João Antonio Satte situada no Bairro Parque dos Mais / Rubem Berta.
            Este ano após solicitações do ano anterior por parte da supervisão da escola, estou alfabetizando a turma por meio de texto que podem ser: música, parlenda, histórias coletivas produzidas pelos alunos, cantigas de roda, receitas culinárias, lista dos nomes dos colegas, lista de ingredientes e outros.

 Se entendermos que a escrita alfabética é um produto cultural, seguindo as ideias de Vygotsky, os professores, como membros mais experientes da cultura, devem auxiliar os alunos a prestar atenção, analisando e refletindo sobre os pedaços sonoros e escritos das palavras.

            Nesse modelo de alfabetização o aluno vê o texto como um movimento da leitura, mas também aprende sobre como se dá a escrita e descobre as relações que existem entre a escrita e a fala, ou seja, seus conhecimentos se ampliarão. O aluno aprenderá sobre os usos sociais da escrita e os diferentes estilos de organização textual. Pouco a pouco, será capaz de reconhecer que algumas palavras se repetem constantemente nos textos trabalhados. E, em determinado momento o aluno descobrirá que as letras se relacionam com sons e assim o processo estará completo, unindo o texto à letra.
A aprendizagem por meio do texto é muito motivadora ao aluno por que dá a impressão de que ele está chegando ao que interessa: a compreensão de uma mensagem. O texto se torna significativo para a aprendizagem e permite que o aluno compreenda como se dá a leitura e a escrita em sua ordem certa. Todo registro da leitura de todas as atividades deve ser significativa para o aluno. Esse material torna-se elemento de pesquisa e investigação cotidiana pelo aluno que pode e deve usá-lo como material de referência para novas aprendizagens. Como essa aprendizagem se dá por estimulo externo, podemos observar que Vygotsky ao explanava que a aprendizagem é uma atividade social e que se torna mais eficaz quando há colaboração e intercâmbio entre o individuo e o ambiente social. Ao incentivar o aluno com texto já conhecidos, mas apresentados de outra maneira, torna o processo de apreensão da linguagem mais significativa e, por que não dizer também, mais lúdica.
Para Piaget, que fez o estudo das estruturas mentais e suas relações, o aluno compara, classifica e faz deduções sobre as informações apresentadas. Como estamos constantemente entrando em contato com objetos e os passamos a compreendê-los em um processo que envolva assimilação e acomodação precisamos reorganizar nossas estruturas mentais a fim de compreendê-las e assim nos levar a outro patamar de aprendizagem. Sendo assim, estando em contato com algo já conhecido, mas apresentado com outra conotação faz com que o aluno reestruture sua aprendizagem.
Tendo na turma uma aluna com Síndrome de Down inicialmente observava que essa aluna buscava no meu celular as músicas infantis que constantemente colocava para os alunos escutarem, e sempre buscava a música do Sapo que não lava o pé. Então, em função dessa aluna, iniciei o trabalho com essa música e estamos conversando com uma professora de ciências da escola que virá explicar como o sapo vive o que come, onde vive e a sua importância para nossa vida.
Contudo, é importante que esse trabalho assim como os outros considere a faixa etária dos alunos para que a compreensão do tema abordado se torne prazeroso e significativo. Como os alunos não precisam ver um sapo (objeto / real) natural para conversar (imaginário / abstrato) sobre esse animal. O fato de os alunos que poderem contar com a ajuda do professor, se envolve e produz com maior apropriação e de envolvimento com a oralidade. Para os alunos, significa a confiança, a segurança, naquilo que será dito e o momento deles participarem das interações expondo e fazendo argumentações.






Referências:
DIFERENTES TEXTOS E (CON) TEXTOS NA ALFABETIZAÇÃO FLÁVIA FERREIRA DE CASTILHO (UNIGRANRIO), VALÉRIA MONÇAO VASCONCELLOS (UNIGRANRIO), pág. 02.
Disponível em:

PPT Vigotsky, Arquivo.                                                                                                      







[1] A15 - Turma do 1º ano do Ensino Fundamental de 9 anos.

sexta-feira, 1 de junho de 2018



LER É COISA DE CRIANÇA.


Não é novidade, todos sabem, mas nem todos colocam em prática: ler precisa ser coisa de criança, porque a leitura é um hábito que, quanto mais cedo se adquire, mais e melhor será cultivado ao logo da vida.
Ler é a porta de acesso a conhecimento e a informações, mas para ajuda a criança a interpretar o mundo, desenvolvendo o senso crítico, tornando-se um cidadão mais consciente e com a mente aberta às novidades e as inovações do mundo.
Acontece que, como tudo na vida de uma criança, ler não pode ser obrigação, para que o hábito da leitura não fique associado a algo chato ou enfadonho. Ler tem que ser prazeroso, tem que ter muito mais a ver com brincar do que com estudar.
         Crianças são muito engajadas. Quando elas tomam gosto por alguma atividade, empenham-se muito nessa nova atividade.
De acordo com Freire, 1994, p.12: O aprendizado é em última instância solitário, embora se desenvolva na convivência com os outros e com o mundo. O mesmo autor continua dizendo: (...) a decifração da palavra fluía naturalmente da leitura do mundo particular (...) fui alfabetizado no chão do quintal da minha casa, à sombra das mangueiras, com palavras do meu mundo e não do mundo dos meus pais. O chão foi o quadro-negro; gravetos o meu giz. Por isso, é que ao chegar à escolinha particular de Eunice Vasconcelos (...) já estava alfabetizado.

“Quem contar uma história deve conhecê-la considerando o momento, a fase, em que as crianças estão vivendo. Ao ler uma história, devem-se evitar as descrições imensas e cheias de detalhes, pois se deve deixar o campo aberto para o imaginário da criança; usar as possibilidades da voz, falar baixinho quando o personagem fala também; aumentar a voz quando houver algazarra, enfim, valorizar cada momento da história transmitindo a emoção que a criança espera”. (A importância da Literatura na Educação Infantil1 MILIAVACA, Rosangela da Rosa, pág. 07)

            Concordo com Rosangela quando ela fala sobre o quanto é importante que o professor conheça a história antes de ler para a criança. Conhecendo a história, o professor pode adequar a voz para cada personagem dando vida e assim envolvendo a criança no mundo imaginário da literatura.
Mirela adora quando acontecem os momentos de leitura na sala. Na hora da história, Mirela sempre fica observando  e do seu jeito repete a palavra que for pronunciada com maior ênfase ou quando alguma parte for engraçada dá gargalhadas e fica repetindo oralmente, em alguns momentos usa o corpo para representar a cena, a cena que foi engraçada.
 Em um dia, Mirela resolveu pegar um livro e contar uma história para seus colegas que no momento estavam em uma atividade livre.




Referência:
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro. Ed. Paz e Terra..
Disponível em:
A importância da Literatura na Educação Infantil1 MILIAVACA, Rosangela da Rosa. Disponível em:








sábado, 11 de novembro de 2017

No dia 10 de novembro foi realizada na sala de aula da turma A15 uma oficina sobre Material Dourado para os pais dos alunos. Nesse dia os alunos foram mestres e seus pais alunos.
E outubro, quando o material dourado foi apresentado aos alunos, mas antes pesquisei diversos materiais na internet sobre histórias que poderiam por meio do lúdico ensinar aos alunos o conceito de dezena, pois o conceito de unidade já estava trabalhando desde o inicio do ano.
O processo de alfabetização em Matemática é tarefa das series iniciais quando o aluno tem seus primeiros contatos com a Matemática escolarizada e deve ser um processo essencial a alfabetização na língua natural, afinal, tanto uma, quanto a outra são ferramentas fundamentais para a compreensão da realidade.
No livro “Os sete saberes necessários à educação do futuro” de Edgar Morin, o autor coloca que na busca de conhecimentos que possibilitam eliminar o risco do erro, que se poderia considerar a repressão de manifestações de afetividade, mas chega-se à conclusão de que a afetividade pode fortalecer o conhecimento. Embora o desenvolvimento do conhecimento científico seja necessário para detectar os erros e as ilusões, é de fundamental importância reconhecer e eliminar as ilusões que advêm das teorias científicas. A educação precisa ensinar, no processo ensino-aprendizagem, a condição humana com base na razão, sem esquecer a afetividade, na emoção.

Fundamentada, nesse autor coloco que encontrei, durante minha pesquisa na internet, uma história muito prática e lúdica para explicar conceitos abstratos usando um material concreto. A história era: “A árvore do conhecimento” disponível em: https://pt.slideshare.net/macaquinhos/casa-das-unidades-e-dezenas





Durante os dias que anteciparam a oficina, os alunos trabalharam usando o material dourado em quatro etapas:
1.     Na primeira etapa, os alunos foram divididos em dois grandes grupos. Cada grupo recebeu material dourado e conversamos sobre o que cada uma das partes representava e valia;
2.     Na segunda etapa, os alunos foram separados em grupos de quatro onde os alunos deveriam usar o material dourado. Nesses pequenos grupos os alunos foram incentivados a explicar para os outros componentes do grupo como usar o material dourado e como fazer a representação;
3.     Na última etapa, os alunos em dupla e usando o material dourado representaram vários números e contas de adição com transporte. Após essa etapa marcamos o dia para os pais virem na sala e eles poderem explicar o que é e como usamos o material dourado.

Chegou o dia da Oficina do Material Dourado.
   Faltaram quatro pais, mas os alunos adotaram os pais de seus colegas que vieram em par. Foi muito interessante observar as expressões dos pais na realização da oficina e o mais importante os alunos sentiram-se muito a responsabilidade de ensinar outra pessoa.







Referência:
MORIN, Edgar. As cegueiras do conhecimento: o erro e a ilusão. In: Os Sete Saberes Necessários à Educação do Futuro. 5 ed. São Paulo: Cortez; Brasília: DF; UNESCO, 2002, p. 18-27. Disponível em:


quarta-feira, 20 de setembro de 2017

      No dia 19  de setembro fomos visitar o acampamento Farroupilha.
   Essa visita tinha como objetivo que os alunos pudessem conhecer as nossas tradições. Mas essa atividade não foi uma atividade isolada.
    Iniciamos no dia 12 de setembro a Hora Cívica e, nesse mesmo dia, iniciamos a trabalhar a história do Rio Grande do Sul. Seus costumes, sua cultura e alimentação.

     A melhor maneira de apresentar a nossa história foi por intermédio do livro Marieta da escritora Leia Cassol.


         Após a leitura do livro começamos a montar um painel sobre o nosso estado com atividades referentes a cultura gaúcha.









     Levei aos alunos  um poema escrito por meu pai para o meu irmão levar para o colégio quando ele tinha 7 anos.

GAÚCHO!
FORTE ALTANEIRO
DO SUL E DO NORTE
ELE É BRASILEIRO

     


sexta-feira, 1 de setembro de 2017


          Hoje desafiei os alunos a usarem um jogo das Tirinhas da turma da Mônica.
         Três alunos jogaram montando três histórias diferentes e a registraram no quadro para podermos conversar sobre a história criada.

          


         Como a turma está avançando em sua aprendizagem e agora estão enfrentando uma nova aventura, a de produzir histórias, procurei buscar atividades diferentes para incentivar a criatividade individual de cada aluno.
       No vídeo Fernando Becker – TED x Unisinos, o professor Fernando Becker coloca que na sala de aula o aluno deve ser o produtor, o protagonista da sua própria aprendizagem, considero que ao possibilitar que o aluno tenha diferentes materiais que o  autorizam a produzir suas próprias ideias.
       O material do jogo foi oferecido para a sala da SIR e a professora Paloma registrou as diversas produções textuais escritas ou orais produzidas por seus alunos.






         

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

                                           

ADOTE UM ESCRITOR


            Este ano a EMEF João Antonio Satte adotou o escritor Alexandre Brito.
            Fiz, com os alunos da turma B13[1], uma pesquisa sobre o escritor e descobrimos:
Alexandre Brito é poeta. Escreve para a gente pequena, média e grande. Também é músico. Compõe as suas próprias canções e integra a Banda Os poETs. É editor da Castelinho Edições ao lado de Sandra Santos e da AMEOP - ameopoema editora, com Ricardo Silvestrin. 
Participa de eventos Literários, Feiras e atividades ligadas ao Livro e à Leitura em Escolas, realizando palestras, participando de debates e ministrando poquet-cursos. Nascido em Porto Alegre, cursou a Faculdade de Filosofia na UFSC em Florianópolis, estudou música em Belo Horizonte e viveu três anos em São Paulo, atuando na Edições Nômades com o poeta Fred Maia.
A escola foi preparada pelos alunos para receber o escritor apresentando uma releitura das suas obras: Circo Mágico, Museu Desmiolado, e outros.

Escritor  cantando para os alunos no pátio da escola.



                                                 
                                         Lanche com o escritor na biblioteca da escola. 


                 
                                                  
                        Escritor autografando um dos seus livros adquiridos pela escola.



Nota do escritor no face https://www.facebook.com/alexandre.brito.01/posts/1185216571523956  em 19/10/2016.

Estive no João Satte pelo Adote um Escritor há coisa de duas semanas atrás. Emocionante presenciar o envolvimento dos alunos e alunas com os livros e as propostas de trabalho dos professores. Os personagens do Circo Mágico e os museus mais inusitados (da fofoca, dos cabelos, dos olhos...) estavam todos lá, saídos da leitura e da imaginação da meninada. Pude assistir a um recital super bacana dos poemas do Museu Desmiolado, que eles mesmos produziram e gravaram. Muito Legal! https://www.facebook.com/images/emoji.php/v6/f4c/1/16/1f642.png:) Agradeço ao João Satte pela amabilidade com que me receberam e pela paixão que presenciei.Alexandre Britto

Postado pelo dia 19/10/2016






[1] B13 – nomenclatura usada para identificar o quarto ano do Ensino Fundamental.

domingo, 25 de dezembro de 2016




Festa das Bruxas a brasileira...

            Com o encerramento do mês de outubro, pensamos na festa das Bruxas. Para que os alunos compreendessem que mesmo não fazendo parte da nossa cultura, ela foi introduzida e que atualmente podemos comemorar esse dia com os personagens da nossa cultura como: saci, mula sem cabeça; boitatá;
O Halloween é uma festa tradicional celebrada no dia 31 de outubro, nos Estados Unidos e Canadá, que vem ganhando força no calendário de dias festivos do Brasil, tornando-se comum no universo das crianças, além dos adultos. No Brasil é chamado de Dia das Bruxas. Sua celebração acontece no dia 31 de outubro, dia que antecede o Dia dos Finados. Acredita-se que na passagem dessa noite, as almas saem de seus túmulos e partem pelas ruas amedrontando todos aqueles que estão por perto.
            Mas aproveitando a data, trabalhei com os alunos que como essa festa não fazia parte da nossa cultura, porém ela foi sendo introduzida aos poucos em função dos diferentes cursos de inglês e com avinda de estrangeiros que vivenciavam essa festa em seu país de origem.  





FESTA 

                                                     


                                                                           DAS




              BRUXAS



        Usando a figura da bruxa, os alunos realizaram algumas atividades   relacionadas ao tema.


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segunda-feira, 18 de julho de 2016

Êta aula boa!!!- 04

            No dia 17/6/2016 realizei com a turma A21[1] um planejamento envolvendo a interdisciplinar de música, ludicidade e literatura. Pensando nas aulas de Ludicidade e Musicalidade e revendo a interdisciplinar de Alfabetização do semestre passado, organizei uma aula sensorial, musical e lúdica onde os alunos pudessem visualizar de maneira diferentes as linhas tracejadas que brincam no pátio da escola.
         Nesse dia, os alunos foram convidados para brincarem de roda e cantamos as músicas: a linda rosa juvenil, a canoa virou, atirei o pau no gato e ciranda cirandinha. Durante a brincadeira foi solicitando aos alunos que pensassem em movimentos para cada música e íamos realizando-os conforme iam surgindo.
         Após a brincadeira, os alunos sentaram e copiaram no seu caderno a letra da música desenharam a música. Depois de lermos a letra e trabalharmos as palavras peixe, canoa, virou e salvar, montamos um acróstico da palavra CANOA.


                                                                               Casa
                                                                               Amor
        Natascha
                                                                       remO
                                                                              Arca







                Após essa atividade os alunos, eles cantaram a música e gravei. A turma adorou escutar as suas vozes. Em seguida, solicitei que os alunos escutassem a gravação e escolhessem qual dos traçados representava melhor o movimento da música. No final escolheram o movimento:







   Logo após, os alunos escutaram novamente a gravação e reproduziram na folha o movimento do som.

Figura 1 Fotos do cartaz do Movimento do Som


  Ao final da aula, montamos um cartaz com os trabalhos e o penduramos na sala.





   Ao planejar essa aula, considerei o que vimos nas interdisciplinas de Ludicidade, Literatura e Musicalidade.
           
          Na interdisciplinar de Literatura a letra da música entrou como um texto musical, definição dada pelos alunos. A letra da música lida apresenta a noção de verso e rima e mostra aos alunos que existem diferentes textos que expressão sentimento, ideia e a sua intencionalidade.
No texto Além da realidade de Rita Trevisan, a autora cita Adriana Friedmann com a seguinte frase: “ As brincadeiras são aprendizagens sociais que pressupõem processos de relações e mediações entre as crianças e entre elas e os educadores”, essa frase explícita muito claramente a ideia de que a ludicidade deve permear os momentos de aprendizagem e o quanto a escola contribui para o desenvolvimento sócio afetivo colocando em seu currículo atividades mais lúdicas.
Como no texto de Luiz Ricardo Queiroz, “(...) a música é inseparável da vida, (...) considerar a música como cultural, como forma de expressão humana, como linguagem representativa dos nossos sentimentos, valores e significados”, considero que como, que vivemos cercados por diferentes estilos musicais e, que o nosso aluno vivencia sua musicalidade de maneira lúdica e prazerosa evidenciando o quanto a escola perde em não explorar essa musicalidade natural do aluno.


Postado pelo dia 27/5/2016.



[1] A20 – segundo ano do ensino fundamental.