| Aprendendo a aprender.
Na postagem do dia 22/4/2015 terminei a postagem com a seguinte pergunta: O passado me persegue ou eu persigo o passado?
Hoje vou explorar o que penso poder explicar esta frase.
O passado faz parte de nós, mas não podemos deixar que ele determine a nossa vida. Aprendemos, ou deveríamos aprender, com ele a como não reproduzirmos o que não deu certo ou que acabou da maneira diferente do que esperávamos.
Ou talvez não seja nem uma coisa ou outra. Existe uma relação do que vivemos no passado e o que vivemos no presente. Experiências, vivências , sentimentos e fatos refletem positivamente ou negativamente em nossa vida.Tudo está relacionado e todas as nossas ações (inclusive pensamentos) têm consequências, tanto em âmbito pessoal como no profissional. O que devemos fazer é aprender com o passado, mas não ficarmos presos a ele. Devemos inclusive, tentar viver mais plenamente o momento presente.
O que realmente importa é avaliarmos as nossas ações para que possamos visualizarmos o que realmente for importante no momento para a nossa vida no geral.
"Todo o passado da humanidade contribuiu para fazer o conjunto de máximas que dirigem os diferentes modelos de educação, cada uma com as características que lhe são próprias. As sociedades cristãs da Idade Média, por exemplo, não teriam sobrevivido se tivessem dado ao pensamento racional o lugar que lhe é dado atualmente". (Émile Durkheim)
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domingo, 26 de abril de 2015
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Mariangela lendo essa tua postagem lembrei dessa frase que tenho usado com algumas professoras e coloco aqui para ti também "O analfabeto do século XXI não será aquele que não consegue ler e escrever, mas aquele que não consegue aprender, desaprender, e reaprender." Alvin Toffler Que tal? Muito bom a gente estar aberto a aprender, não achas? Abraço, Betynha ;0)
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