sexta-feira, 30 de dezembro de 2016




CONSCIÊNCIA NEGRA - 20  de Novembro



https://www.youtube.com/watch?v=e_NYKnKMRU4





Na EMEF João Antonio Satte, comemorar o 20 de novembro – Dia da Consciência Negra, é dedicado para debater e avaliar sobre as diferenças raciais e a importância de cada um no processo de construção da identidade do país, estado e comunidade dentro desse tema. Com esse trabalho acreditamos que a consciência e a valorização do ser humano, independente da sua cor, ultrapasse as fronteiras da violência, do preconceito e do racismo.
O projeto Cultura Negra é elaborado e organizado pelas professoras com o intuito de atender dois pré-requisitos básicos: o exercício da cidadania e vivência dos valores através da apropriação da arte e da cultura, como ferramentas necessárias para estar num mundo formado por sociedades que usam o preconceito como instrumento de diferenças sociais e, ainda, buscar o resgate da herança africana, cuja história foi esquecida e ignorada ao longo do tempo.
Com este trabalho acreditamos que a consciência e a valorização do ser humano superem as fronteiras da violência, do preconceito e do racismo.


“(...). No jeito brasileiro de ser, atitudes preconceituosas fazem parte do comportamento cotidiano de cada um. A nossa forma de pensar em relação ao outro, na maioria das vezes parte do princípio que a diferença é negativa ou inferior. ” (A naturalização do preconceito racial no ambiente escolar: Uma reflexão necessária; Edna Aparecida Coqueiro p. 16).


         Na citação do texto de Edna Coqueiro, ela apresenta muito bem como o brasileiro disfarça o seu preconceito seja ele de ordem cultural, sexista e /ou cor. Na sociedade brasileira o racismo é negado ou escondido pela fantasia da democracia racial , em um grupo de ideias que arquitetou uma incoerência entre o discurso e a prática, induzindo à um comportamento social que impede a conscientização da realidade para o desenvolvimento de ações educativas que levem o povo a superar a ideologia da desigualdade racial construída através de um longo processo histórico.        Edna cita muito Munanga[1] em seu trabalho. Kabengele Munanga é um o acadêmico que aponta os avanços e erros cometidos pelo Brasil na tentativa de se tornar um país mais igualitário e democrático do ponto de vista racial.





[1] Munanga -  Kabengele Munanga é um antropólogo e professor antropólogo e professor brasileiro-congôles. É especialista em antropologia da população afro-brasileira, atentando-se a questão do racismo na sociedade brasileira




FOTOS DE ALGUNS TRABALHOS DESENVOLVIDOS NA ESCOLA / 2016








                                       




Postado pelo dia 220/11

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