domingo, 25 de dezembro de 2016



“Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente. ” (Cortar o tempo – DRUMMOND)

Tempo é algo indiscutível, mas não podemos viver sem ele. Aliás a nossa vida está intimamente ligada ao tempo. Tempo para chegar na escola; tempo para aplicar o conteúdo na turma; tempo para colocar as atividades do curso em dia; tempo, tempo, tempo....
Mas na escola o nosso tempo é medido pelo som da sineta ou da sirene, que lembra uma fábrica outro fato estressante, e pelo número de períodos que atendemos os alunos.
É preciso observar que há possibilidades de organização e distribuição do tempo e do espaço para efetivar de maneira significativa a aprendizagem dos alunos. Colocar o quanto seria mais interessante ao aluno e, por que não ao professor, ter salas informatizadas, aparelhos como projetor e outros que agucem o interesse do aluno.
Mas infelizmente, a ação pedagógica fez com que a construção do tempo fosse internalizada, como uma tarefa, que se apresenta no concreto por seguir o calendário civil e que fazer parte dos dados escolares como regimentos, normas internas, fichas de alunos e professores, diários de classe.
Referência:


 postado pelo dia 28/10


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