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sexta-feira, 6 de abril de 2018


Direitos Iguais? Necessidades diferentes?

            Trabalhando com uma aluna com SD[1] procurei pesquisar alguns pontos que considero relevante para qualificar minha ação pedagógica com essa aluna. 
A escola deve ser um importante segmento social que contribui para o desenvolvimento da criança com Síndrome Down, favorecendo o descobrimento de novas conquistas, estímulo para a linguagem oral e escrita, a comunicação e expressão. Mas tornou-se um desafio na atualidade trabalhar as diferenças, as potencialidades e necessidades individuais dos alunos com NEE, sendo um processo constante na transformação e envolvimento dos educadores da escola de ensino regular que inclua essa clientela na sociedade educativa, visto que a lei exige escola de qualidade para todos.
Mas essa qualidade está, no meu ponto de vista, em alguns aspectos longe de existir na quase totalidade das escolas públicas.
Na escola em que trabalho nas em quase todas as turmas do 1º Ciclo tem no mínimo um aluno com NEE sendo que a escola tem 14 turmas nesse ciclo e em algumas, como na minha turma, tem mais alunos.
Pois bem o trabalho é muito lindo, mas como explorar as potencialidades desses alunos tendo mais 20 ou 22 alunos para contemplar sem um recurso humano para te auxiliar em sala nos momentos que precisa trabalhar as particularidades desses alunos?


“Freire (1986) afirma que o diálogo entre as pessoas com SD são capazes de abrir as possibilidades de pensar sobre a sua própria realidade. O diálogo gera uma reflexão conjunta muito importante: “o que sabemos e o que não sabemos” para atuar nessa realidade. Ele não deve ser visto como uma técnica para adquirir resultados, mas fecha o relacionamento entre sujeitos cognitivos, diante de um objeto de conhecimento.” (Maria Lucilene Pereira Dos Santos, 2016, Pag. 38)



            No trabalho de Monografia de Maria Lucilene Pereira dos Santos (2016) encontrei informações que comtemplaram os aspectos legais do tema como a Constituição de 1988 e a Declaração de Salamanca e também encontrei essa fala referindo-se a Freire. Essa fala me remeteu ao trabalho que desenvolvo com uma aluna SD onde ocorre muito dialogo na pratica  , reflexão constante do que foi positivo ou não, o que deve ser mais aprofundado e o que devo rever por outro ângulo.
Mas referindo ao trabalho de monografia, quando inserimos uma criança no contexto escolar é importante que ocorra a sua socialização, seu aprendizado e a sua formação pessoal. Como todo nos, seres humanos, a criança com SD possuímos certas habilidades e algumas dificuldades e, além disso, o aluno com SD apenas possui um ritmo de aprendizado mais lento que os demais, devido à síndrome. Mas não quero disser com isso que ela não aprenderá é certo que conforme ela for conhecendo esse mundo letrado seu vocabulário e aprendizagem será também ampliado principalmente se for respeitado o seu ritmo. Ver uma criança com SD aprender por pequenas ações, mas significativas, vale o esforço e o tempo desprendido para planejar e organizar etapas dessas ações pedagógicas.


Fontes Referência:
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, 1988.

DECLARAÇÃO DE SALAMANCA Sobre Princípios, Políticas e Práticas na Área das Necessidades Educativas Especiais. Disponível em:

Monografia de Santos, Maria Lucilene Pereira Dos: A importância da alfabetização de crianças com Síndrome de Down: a inclusão para o ensino regular. Disponível em:  http://www.partes.com.br/2013/11/23/a-importancia-da-alfabetizacao-de-criancas-com-sindrome-de-down-a-inclusao-para-o-ensino-regular/











[1] SD – Síndrome de Down.

domingo, 24 de setembro de 2017


           Hoje vou postar imagens do passeio ao Acampamento Farroupilha no dia 20 de setembro.

Colega da A12

Professoras Jéssica e Cris

Na chama Farroupilha

Paçoquinha de erva mate feita na escola

Na entrada do Acampamento Farroupilha

           Hoje passamos todo o dia no Acampamento Farroupilha.
         Visitamos vários piquetes e espaços como a RBS, Grêmio, Internacional e outros.
      Almoçamos em um piquete sendo que o almoço foi um tipo carreteiro, feijão e salada.
        Os alunos adoraram poderem vivenciar a história do povo gaúcho mais de perto.


“(...) cultura é um sistema de símbolos que uma população cria e usa para organizar-se, facilitar a interação e para regular o pensamento”. (TURNER, Jonathan H. p.46.)


       A escola, enquanto meio educacional deve oportunizar didáticas e metodologias que facilitem a compreensão sobre a cultura. A atuação do professor principalmente nas séries iniciais deverá ser planejada e coerente. A escola, muitas vezes, é o espaço onde, pela primeira vez, as crianças vivem situações de grupo e não são mais os centros das atenções, sendo que as experiências vividas nesta fase darão para um desenvolvimento saudável durante o resto de sua vida

Referência:

TURNER, Jonathan H. Sociologia Conceitos e Aplicações. São Paulo: Ed Markon. p.46.

                              
                               
   



quinta-feira, 6 de julho de 2017

CONGRESSO INFANTIL NO COLÉGIO METODISTA AMERICANO




PARTIU PARA O TEATRO NO COLÉGIO METODISTA AMERICANO.

TEATRO SOBRE REFUGIADOS: E SE FOSSE EU?

                              
ASSISTINDO AO TEATRO

                              
                        FESTA PREPARADA PELA TURMA 51

                       
                                
                                        TELA PRODUZIDA PELAS MÃOS DOS ALUNO DAS TURMA A15 E 51.
                               

   

 

ALUNOS DA EMEF JOÃO ANTONIO SATTE E DO COLÉGIO METODISTA AMERICANO.





A turma A15 foi convidada, pela professora Claudia Erculani, para participar do 26º Congresso Infantil: Criança Vida no Colégio Metodista Americano em função de termos em nossa turma um aluno filho de refugiados Haitianos.
Organizamos esse dia de maneira que os alunos pudessem trocar experiências e vivências com os alunos da turma 51.
Fomos muito bem recebidos no Colégio pela equipe presente no auditório e na sala da professora Claudia seus alunos prepararam um lanche que compartilharam com a turma A15. Há cada dois alunos da turma 51 apadrinharam um aluno da turma A15.
Após o delicioso lanche, os alunos de ambos as turmas confeccionaram uma tela onde ficaram registrados as palmas de suas mãos.
Saímos do Colégio já com outro convite de voltarmos para os alunos possam brincar juntos e., a turma 51 foi convidada para visitarem a EMEF João Antonio Satte no mês de outubro



Resultado de imagem para pensamento sobre a diferença
                                      


quinta-feira, 22 de junho de 2017

FESTA DO CADERNO


           No mês de maio fui observando que os alunos demonstravam indicativos de que o uso do caderno de desenho estava perdendo a noção de espaço.
        Na segunda reunião com os pais foi combinado que os alunos, levariam o caderno de linha que haviam trazido no mês de março para casa e fariam a decoração junto com sua família. E cada família deveria escrever uma mensagem de incentiva para o (a) aluno (a) e uma foto da família.
         Conversando com a supervisora e com as outras professoras de A10[1] decidimos que anteciparíamos a entrada do caderno com linha. Mas como antecipar o uso desse caderno e preparar os alunos a usarem as linhas do caderno? Decidimos preparar uma folha com linhas espaçamento 3,0. Esse material foi usado nas duas semanas que antecederam a festa do caderno.
         No dia 08 de junho realizamos a festa da sala da turma A15 com as turmas A11, A12 e A15 a organização da festa seria com brincadeiras: Qual é a letra?; Como se escreve?  e Adivinha quem é?

TURMA A15 NA MESA
BOLO EM FORMATO DE CADERNO
            Depois ocorreu o desfile dos Cadernos decorados.




            Cada criança recebeu um estojo de EVA com lápis, borracha e apontador. Uma coruja de EVA ( foi explicado a simbologia da coruja) e uma mensagem.








TEXTO COLETIVO SOBRE A FESTA DO CADERNO








[1] A10 – Nomenclatura usada para definir o primeiro ano do Ensino Fundamental.










       
                     









sexta-feira, 16 de junho de 2017

NOSSA FESTA CAIPIRA FUI TUDO DE BOMMMM!





Nossa Festa caipira foi tudo de bom!!!

      Tinha suco de uva,  pipoca, bolo de milho, bolo de chocolate, pinhão, cachorro enroladinho, pescaria, argola e boca do palhaço.
        Os alunos da turma A15 levaram como tema de casa um questionário sobre Festa Junina e suas famílias auxiliaram nas respostas. Depois os alunos tiveram que, junto com suas famílias escolher uma música junina para apresentar aos colegas.

Alunas Laureen e Lauren P. cantando cai, cai balão.





segunda-feira, 5 de junho de 2017

REUNIÃO COM OS PAIS II




                No dia 28 de Maio realizei a segunda reunião com os pais onde apresento o nível de aprendizagem que os alunos da turma estão no momento. Nessa reunião os pais puderam ver na comparação dos trabalhos apresentados na reunião do mês anterior com as desse mês o quanto os alunos evoluíram. Uma mãe fez a seguinte colocação:
     " A minha filha escreveu tapete usando as letras T P T ela esta bem como a senhora está falando."
                      Os pais presentes colocaram o quanto eles conseguem ver que seus filhos(as) estão crescendo e que alguns não querem ajuda no tema por que o tema é deles.

                       "Eles aprenderam a usar a internet sozinhos e rapidamente, sem instrução escolar nem para escolar. Eles conhecem essa tecnologia melhor que os adultos — os alunos sabem mais do que seus mestres. Essa é uma situação de grande potencial educativo, porque o professor pode dizer: "Sobre isso eu não sei nada. Você me ensina?" A possibilidade de uma relação educativa realmente dialógica é fantástica. "  ( Emília Ferreira)




Material elaborado para a reunião dos pais



          Nesse material apresento aos pais o avanço na aprendizagem de seus filhos. além disso, os pais puderam visualizar atividades realizadas pelos professores especializados.


       
                      
Atividade de Educação Física

Atividade de produção escrita
Primeira atividade na sala da Informática
Primeira dia na Biblioteca
Atividade realizada pela mãe da aluna Yasmim






sábado, 20 de maio de 2017

TRABALHANDO COM O SOM DAS LETRAS




           No dia 18 de maio filmei o trabalho de alfabetização na aprendizagem dos números de 0 até 10. Nesse dia a monitora Jessica filmou os alunos observando a professora pronunciando o som da letra e os alunos deveriam falar a palavra referente ao número. O aluno que acertasse o número deveria representar a quantidade.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Planejamento de Ação

Cabe ao professor elaborar projetos que proporcione situações que auxiliem aos alunos desenvolverem seus próprios projetos.
 Projetos possuem níveis distintos que se articulam nas interações em sala de aula. Por exemplo, o projeto do professor pode descobrir estratégias para que os alunos construam seus projetos tendo em vista discutir sobre uma dúvida de seu cotidiano ou de um assunto relacionado com os estudos de certa disciplina, possibilitando o uso de diferentes mídias disponíveis no espaço escolar. Esta situação permite ao professor uma postura reflexiva e investigativa em sua ação pedagógica e, portanto, caminhar para reconstruí-la com objetivo de integrar uma abordagem interdisciplinar.
O projeto é um planejamento de um trabalho a ser executado, é a ideia do fazer algo, tem como função elaborar estratégias para solucionar um determinado problema. Faz parte da natureza humana, planejar ações.
O projeto de aprendizagem deixa a escolha do objeto a ser estudado partir dos alunos, da sua curiosidade. Mesmo com a grande variedade dos possíveis temas o professor deve agir como um orientador no processo, necessitando de planejamento para cada etapa.
 O projeto de ensino indica promover melhorias no processo de ensino aprendizagem; pode envolver uma ou mais disciplinas. É realizado pelos professores.
Para Zabala a melhora de qualquer das atuações humanas passa pelo conhecimento e pelo controle das variáveis que intervêm nelas. Conhecer essas variáveis permitirá ao professor, previamente, planejar o processo educativo, e, após, realizar a avaliação do que aconteceu. Portanto, em um modelo de percepção da realidade da aula estão estreitamente vinculados o planejamento, a aplicação e a avaliação. Uma forma de determinar os objetivos da educação é analisar e as capacidades que se pretende desenvolver nos alunos. Contudo, existem diferentes formas de classificar as capacidades do ser humano. Podem ser: capacidade cognitiva ou intelectual; motora; de equilíbrio e autonomia pessoal (afetivas); de relação interpessoal e de atuação social.


DIFERENÇAS ENTRE PROJETO DE APRENDIZAGEM,
 DE ENSINO E DE AÇÃO

APRENDIZAGEM
ENSINO
AÇÃO
 Questão a ser pesquisada parta da curiosidade, das dúvidas, das indagações do aluno, ou dos alunos, e não imposta pelo professor.  Isto porque a motivação é própria do indivíduo.
A postura do professor é de orientar o projeto.
O aluno constrói o seu conhecimento partindo da sua investigação.
O projeto de ensino deve ser entendido como uma proposta de organização e desenvolvimento dos conteúdos com participação dos alunos no processo de construção do conhecimento.
O papel do professor é propor o tema, e diagnosticar o problema e orientar os alunos na busca da solução.
 Já o do aluno é participar da construção do conhecimento por meio da pesquisa. 
No meu entendimento, projeto de ação é uma junção dos dois projetos anteriores.
Professor detecta o tema que pode ser detectada em sala, na escola ou outro.
Professor e aluno estabelecem as ações que sanaram as dúvidas e validaram as certezas.



Referências:
SILVA, Nilma. Metodologia de Projetos, Disponível em:
Acessado em: 6 de abril de 2017

Borges, Gilberto Luiz de Azevedo, Disponível em:
Acessado em 07 de abril de 2017

ZABALA , Antoni,  A Prática Educativa: Como Ensinar . Artmed.


domingo, 14 de maio de 2017

PLANEJAMENTO - PAs

PROJETO DE APRENDIZAGEM – MAPEAMENTO DA TURMA 

No ano de 2017, estou trabalhando com uma turma de A10 na EMEF João Antonio Satte que fica situada na Rua Gamal Abnel Nasser número 500 no bairro Parque dos Mais/ Rubem Berta. A sala da turma A15 fica situada próximo ao ginásio e da brinquedolândia na parte dos fundos da escola. A sala é conjugada com outra turma de A10 e ambas dividem um banheiro com duas privadas, um bebedor e uma pia estilo fazenda.
Além desse espaço, existe uma pequena área, pracinha, com um gira-gira, um escorregador com dois balanços acoplados e um trepa-trepa. Como uma das alunas da turma tem OSTEOGÊNESE IMPERFEITA (OSSOS DE VIDRO) a turma faz o seu período de recreio nessa pracinha e nesse momento são colocados à disposição dos alunos caixas com carrinhos, bonecas, panelinhas, bolas, vai e vem e outros brinquedos que possam oportunizar um momento de lazer prazeroso. Uma monitora fica acompanhando os alunos nesse espaço.
Essa aluna explicou para os colegas o seu problema de saúde, na segunda semana de março, e desde esse dia os colegas sabem que a colega pode “quebrar” os ossos se cair no chão. E ainda em função dessa aluna na aula de educação física a monitora fica o tempo todo ao seu lado controlando a intensidade dos impactos dos exercícios. Há uma recomendação médica da aluna realizar atividades para não ocorrer atrofiamento.
A turma A15 é composta por 12 meninas e 11 meninos. A média da idade dos alunos é de 7 anos. No total a turma é composta por 23 alunos. Desses, seis não frequentaram escola infantil. É uma turma muito tranquila e com muito interesse em aprender. Demonstram interesse em todas as atividades desenvolvidas em sala de aula. Mas como é uma turma do primeiro ano, os alunos ainda não estão alfabetizados, ou seja, não leem e nem escrevem.
Quase todos estão no nível pré – silábico (anexo1) atualmente todos já escrevem o seu nome, reconhecem as vogais e as outras letras do alfabeto em sua ordem. Sendo assim, nos momentos de escrita a figura do professor ainda é vista e, por que não falar, usada como o escriba da turma. Esse termo escriba, usado com a turma, foi explicado o seu significado.

Hipótese pré--silábica:
Características:  escrever e desenhar têm o mesmo significado; não relaciona a escrita com a fala; Não diferencia letras de números; Reproduz traços típicos da escrita de forma desordenada; Supõe que a palavra representa o objeto e não o seu nome; Acredita que coisas grandes têm um nome grande e coisas pequenas têm nome pequeno. Usa as letras do nome para escrever tudo; não aceita que seja possível escrever e ler com menos de três letras; Leitura global: lê a palavra como um todo. 
Avanços: diferenciar o desenho da escrita; perceber as letras e seus sons; identificar e escrever o próprio nome; identificar o nome dos colegas; perceber que usamos letras diferentes em diferentes posições.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016



Nessa semana não teremos aula em função do feriado de 20 de setembro. Na semana anterior trabalhando com as minhas turmas, apresentei esse vídeo para que os alunos pudessem conhecer a nossa história. 
A cultura é a identidade de um povo. Sem ela, perdemos não apenas nossa identidade, mas nossos valores e princípios. (Adriana Oliveira Lima)

         Na realização de atividades que apontem trabalhar questões relacionadas ao patrimônio e a memória local. O resultado final desse trabalho, foi satisfatório e gratificante, pois consegui atingir os alunos em pontos importantes como no interesse e motivação em relação a conhecer às próprias raízes e a própria identidade cultural.
             Para isso apresentei um vídeo que deu o inicio dessas atividades.


ATIVIDADES PARA A SEMANA FARROUPILHA

  1. VÍDEO:   REVOLUÇÃO FARROUPILHA






2.       PINTAR A BANDEIRA DO RIO GRANDE DO SUL

                           




3.       ACRÓSTICO

                                                 FAMILIA
                                                 AMOR
                                                 RESPEITO
                                       TOLERÂNCIA
                                                 ORGULHO
                                                 UNIÃO
                                            ESPERANÇA
                                                 IGUALDADE
                                                 LEALDADE
                                                 HUMANIDADE
                                                 AMIZADE



4.       CRUZADINHA




1.                5.       LENDA GAÚCHA


6.       CONFECÇÃO DE UM JOÃO DE BARRO

Usando argila os alunos, individualmente, confeccionaram uma casa de barro e depois fizeram o pássaro João de barro.




 Referências:

Adriana Oliveira Lima, Doutora em educação e escritora,