sábado, 16 de julho de 2016

PÁSCOA

A História do coelhinho da Páscoa e os ovos

A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.
Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.
A figura do coelho da Páscoa foi trazida para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII. http://www.suapesquisa.com/historia_da_pascoa.htm

            Para trabalhar com as crianças sobre a Páscoa, optei em usar o livro O coelho que não era de Páscoa de Ruth Rocha. Nessa história, o coelhinho Vivinho, que era um coelho normal, com muitos irmãos e com uma família legal, mas quando chegou o momento de escolher o que seria quando crescesse, Vivinho não deseja ser coelho de páscoa não está nos seus planos. E agora?          
            Com esse resumo do livro, as crianças ficaram muito curiosas o que aconteceria com o coelhinho Vivinho e com a sua família.




https://www.youtube.com/watch?v=FkjPAMOYOxA


            Após a leitura dessa história, as crianças montaram um coelho usando partes moveis que recortaram. Logo após, a turma criou uma história coletiva sobre O Coelho que não era de Páscoa. Para essa atividade foi montado um painel onde teria o espaço para cada criança colocar o coelho que fez. Além disso, o painel foi dividido em três partes com as cores vermelho, amarelo e verde que foram apresentadas para as crianças como sendo as etapas na construção de uma história.

             

 











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  Início. Ideia que dá início a história. 

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              Meio. Ideia que desenvolveu a história.
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 Fim. Ideia que encerra a história.
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            Depois de escrever a história no painel, cada criança recebeu uma folha igual e copiou a história nas etapas certas. Logo após desenharam o coelho de Páscoa na folha.
            Como segunda atividade, as crianças confeccionaram um bombom de chocolate para dar de presente para um colega e assim, fizemos o amigo oculto da Páscoa. Mas esse bombom deverá ser acompanhado com um cartão que foi confeccionado com a professora do turno da tarde.


Postado pelo dia 01/4/2016.









            

TROCANDO A LETRA





                Nessa semana início o trabalho de troca da letra Bastão pela letra Script.
            Durante o mês de março trabalhei, juntamente com a professora referência, a troca da letra Bastão pela letra Script. Essa troca deu-se de maneira tranquila e natural. Foi apresentada para as crianças a letra minúscula.
            As letras minúsculas foram colocadas no quadro ao lado da letra Bastão (A/a, B/b, etc.) e as crianças puderam visualizar todo o alfabeto com letras maiúsculas e minúsculas. Mas antes de chegar a este estágio, a turma trabalhou o livro o aniversário do senhor alfabeta com a professora referência[1] onde as crianças tiveram o primeiro contato com as letras minúsculas.
A aprendizagem acontece porque o aluno ama o mundo e por ele cede espaço e tempo para o professor ensinar. Com essa postura, o aluno abre mão da sua vontade pela vontade do professor em ensinar. E cabe ao professor orientar o aluno em direção ao seu objeto de prazer, o conhecimento e, esse deve ser guiado de maneira lúdica e interessante para que o aluno não perca o interesse em aprender. E nessa relação, que se caracteriza muito pela afetividade, vão acontecendo muitas possibilidades que envolvem a aprendizagem afetiva e cognitiva. Nesse espaço de aprendizagem dinâmico e prazeroso, o aluno transfere naturalmente ao professor o afeto que ele sente pelos seus pais ou pessoas próximas.
‘ [...] Deveriam vir carregadas da significação de sua experiência existencial e não da experiência do educador. “(Freire, p.13).


Se o professor não se apaixonar pelo que está propondo as crianças, como esperar que esta se apaixonasse por uma ação difícil e muitas vezes penosa e aproprie-se desse novo conhecimento, porque todo ser humano é curioso e sendo assim, o aluno com sua curiosidade natural sentes se autorizado a aprender. Logo, Eu, indivíduo, aprendo quando aquilo que me ensinam é significativo para mim.
Trocar o estilo de letra para uma criança em processo de alfabetização é o mesmo que solicitar que um mecânico se aproprie, de um dia para outro, do saber fazer de uma esteticista.  Considero que quanto mais a aprendizagem for tratada como uma relação de parceria entre os envolvidos maiores será a apropriação do aluno.
E baseando-me nesse pensamento o trabalho envolvendo a troca de letra, que para as crianças é difícil, pois saem da sua zona de conforto e avançam em outra desconhecida, deve ser o mais natural e ativo possível a fim de que ela possa sentir-se tranquila nessa nova etapa da sua aprendizagem. Procurando tornar o mais simples essa passagem de uma letra à outra.

                

REFERÊNCIA:
Freire, Paulo, 1921 – A importância do ato de ler: em três artigos que se completam, São Paulo: Autores Associados: Cortez, 1989.





[1] Professora referência é como chamamos a professora titular da turma.


Postado pelo dia 08/4/2016.

sábado, 28 de maio de 2016


CONTINUIDADE DA AULA DO DIA 14/3/2016

           No dia 28 de março foi dado a continuidade da aula anterior sobre a escrita acadêmica. Neste dia comentamos sobre a tarefa que realizamos em visitar o blog de três colegas e comentarmos sobre uma postagem do blog. Além disso foi colocado que o Seminário Integrador faz a conexão entre as interdisciplinas. O trabalho em sala de aula deve estar vinculado a aplicação do conhecimento além de considerar a sala de aula como espaço da construção do conhecimento. Teoria e prática em conjunção.

            Conversamos sobre os instrumentos de pesquisa:
  •                Observação (diferente de observar) – como me constituo como observadora;
  •           Paulo Freire – espiral 






DIFERENÇAS ENTRE VER E OLHAR

      Compromisso com a crítica, mas sim para apresentação do que é visto.
     A passagem de um para outro deve ser gradual. O sentido de cada um aponta para outros, depende do lugar que ocupamos. Tem significado distintos e sentidos diversos.
     O ver é algo passional, desliza e registra, é o que chamamos de registro da imagem. Vem de fora para dentro (conhecimento).
      Quando olhamos algo fazemos uma leitura. Olhar de novo para olhar mais crítico e analisamos o que vemos, aflora uma certa intenção – olha já olhando alguma coisa.
      A visão busca o obvio, o acabamento e sua totalidade.
      O olhar já pergunta mais que a visão e busca a diferença, o que me estranha.
      O mundo da visão é o acabado (sempre foi assim)
·           O mundo do olhar está sempre em transformação.

            O que inicialmente parecia uma aula do magistério pude compreender que em síntese, este dia foi interessante em função de podermos discutir um assunto que parece banal, mas que envolve uma nova perspectiva de como analisar e registrar o que está acontecendo a nossa frente. Devemos treinar o nosso olhar para podermos diferenciar se estou vendo ou simplesmente olhando.
Para podermos compreender esse tema abordado em aula, teremos como tarefa analisar o Retrato da escola e duas cenas da escola (podendo ser na sala de aula e outra não) descrevendo a cena como uma visão e tendo um olhar sobre a cena.

postado pelo dia 28 de março de 2016.





    


 









QUALIFICANDO A ESCRITA

               No dia 14 de março de 2016, iniciou-se o terceiro semestre com a professora do Seminário Integrador III com a nova professora Simone Bicca e com a tutora Jacqueline Aguiar.
            Nesta noite debatemos na aula presencial a necessidade de qualificar a escrita no blog. Vimos alguns tópicos que devemos refletir ao escrever no blog e ou em qualquer outro trabalho.
            Tópicos:
1.      Reflexão com fundamentação teórica;
2.      Relacionar as postagens com as leituras realizadas nas disciplinas associando com a discrição da prática;
3.      Muita leitura;
4.      Imagens usadas associadas ao texto escrito;
5.      Indagações sobre o teor do texto lido;
6.      Criar links para fora do blog – hiper textualização;
7.      Cuidar, ou melhor evitar o plágio;
8.      Colocar referências consultadas;
9.      Sempre anotar ano, nome da obra, página e outros;
10.  Usar marcadores relacionados com o texto.
Após discutirmos sobre esses tópicos realizamos uma tarefa onde em grupo analisamos postagens de alguns blogs. Em grupo tivemos que separar entre as postagens a mais qualificada e a menos qualificada e justificar as escolhas.  
Durante esta tarefa analisava mentalmente minhas postagens e conclui que algumas foram postadas muito pobremente e que faltava alguns dos tópicos citados nesta aula.
“O que caracteriza um texto acadêmico é, antes de tudo, o seu objeto: ele veicula o fruto de alguma investigação científica, filosófica ou artística. Deve, pois, refletir o rigor, a perspectiva crítica, a preocupação constante com a objetividade e a clareza que são parte inerente da pesquisa acadêmica. ”
Silvio Seno Chibeni

Segundo o autor, Silvio Seno Chibeni no texto “ O texto acadêmico” o tópico debatido na aula mostra de forma clara e acessível como escrever com êxito em contextos acadêmicos.  Ainda ressalva que pode não ser a única maneira de escrever no âmbito acadêmico, mas que é possível criar diferentes formas de assim fazê-lo. É imprescindível que o aluno não fique somente no teor do texto escrito que ele também ter cuidado com a estética e qualidade do que deseja informar sem deixar de colocar sua opinião sobre o que estiver escrevendo.

postado pelo dia 14 de março de 2016,



Porta que se abre
José Saramago
Cada segundo que passa é como uma porta que se abre para deixar entrar o que ainda não sucedeu.



Novo começo, novos sentimentos...

          Quando encerrei o segundo semestre, meus sentimentos eram de tarefa cumprida e uma total satisfação. Mas no início do terceiro semestre, não consegui iniciar com a mesma empolgação que os outros e na realidade comecei a sentir uma imensa vontade de abandonar o curso. Talvez o que tenha pesado muito foram a saída do professor Rafael e da tutora Elizabeth carinhosamente chamada de Betynha. Me senti como uma criança que troca de professora e fica sem chão sem saber a quem recorrer.
           Faço uma essa comparação em função de que independentemente da idade, quando passamos por um processo de adaptação há um sofrimento com o conhecido saindo e com o novo entrando, ou seja, por mais madura que possa ser ficar sem a referência emocional dos dois últimos semestres realmente bagunçou minhas estruturas, embora a nova professora, Simone Bicca e a tutora Jacqueline Aguiar foram extremamente delicadas e sensíveis a esse momento.
          Junto a essa mudança na faculdade, juntou algumas questões no trabalho e familiar que tomaram proporções gigantescas. Quando parecia que estava entrando nos eixos acabo pegando uma gripe que não me dava animo algum para realizar as tarefas.
           Mas agora estou mais forte e decidida a recuperar o tempo que infelizmente passou entre meus dedos e foi embora.




             Ao visualizar essa imagem, me identifiquei totalmente pois ela me faz sentir como esse tigre: lindo, sereno, mas pronto para virar a fera que é realmente. Com essa garra retomo a moinha caminhada no curso EAD com ânimo renovado para qualificar minha aprendizagem.
             
postagem pelo dia 14/03/2016





sexta-feira, 25 de março de 2016

                                                       

                                                          “A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz
                                                         parte  do processo da busca. E ensinar e aprender não pode
                                                         dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria”
                                                                                                                     (Paulo Freire)


 Hoje deveria estar feliz por estar com a primeira tarefa pronta, mas infelizmente  no momento só consigo pensar que tenho uma tarefa para postar no moodle e infelizmente não consigo postá-la.

                

Volta às aulas 2016


Deu-se inicio ao terceiro semestre!
            Foi ótimo rever as colegas, professores e tutoras. E como foi gostoso o retorno ocorrer com um piquenique na UFRGS. Abraçar as colegas dar um sorriso para as professoras e tutoras poder disser: Valeu agora faltam poucos semestres.
         Mas no regresso tivemos a notícia de que o professor Rafael estava deixando o curso em função de outros compromissos profissional. Foi triste saber que uma das pessoas que me acompanhava desde o início e que sabia das minhas dificuldades e facilidades estaria seguindo adiante em sua carreira profissional.  
          Mas como no ditado popular “Quando se feche uma porta sempre há outra aberta”, conhecemos a professora Simone Bicca Charczuk, que irá substituir o professor Rafael.
            Simone seja bem vinda!